Disciplina da Universidade Federal do Rio Grande - FURG
domingo, 27 de outubro de 2019
domingo, 22 de setembro de 2019
Grupo de Estudos Feminismo Negro (Segundas - 11H às 12h30)
O Grupo de Estudos Feminismo Negro têm por objetivo debater textos de autoras negras que se propõe à refletir sobre temáticas como raça, gênero, cultura, política e etc., em uma perspectiva interseccional e relacional com a realidade de mulheres negras. Nesta edição, vamos nos dedicar a leitura do livro Memórias de Plantação - Episódios de racismo da autora Grada Kilomba, publicado no ano de 2015. Serão três capítulos por encontro, onde compartilharemos as nossas perspectivas, sentimentos e vivências. Os encontros são abertos para todes, e o texto será disponibilizado por e-mail.
Os encontros acontecerão na sala B2 (sala do NEABI-FURG), Anexo 4. Para se inscrever é preciso enviar nome completo, nº de matricula e CPF para neabi.furg@gmail.com com o título “Grupo de Estudos Feminismo Negro”.
OBS: Os encontros são quinzenais.
23/09 - 1° encontro do Grupo de
Estudos.
1. Introdução (27)
2. A máscara (38)
3. Quem pode falar? (47)
07/10 - 2° encontro
4. Dizendo o indizível (71)
5. Racismo genderizado (93)
6. Políticas Espaciais (111)
21/10 - 3° encontro
7. Políticas do Cabelo (121)
8. Políticas de Pele (145)
9. Políticas Sexuais (133)
04/11 - Quarto encontro
10. A palavra N e o Trauma (155)
11. Segregação e Contágio Racial
(167)
12. Performando a Negritude (171)
18/11 - Quinto encontro
13. Suicídio (187)
14. Cura e Transformação (197)
15. Descolonizando o Eu (21)
Movimento de Eugenia no Brasil
Eugenia é um termo que veio do grego e significa ‘bem nascido’. “A eugenia surgiu para validar a segregação hierárquica”, explica ao VIX a pesquisadora Pietra Diwan, autora do livro “Raça Pura: uma história da eugenia no Brasil e no mundo”.
(link da reportagem)
quarta-feira, 21 de agosto de 2019
A obrigatoriedade do estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena
Vamos pensar o que significa estudar a "História e a Cultura Afro-brasileira e Indígena'' em nossos currículos? Segue a indicação para darmos início ao debate:
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
NEABI-FURG apresenta discussão na PROGEP sobre o ensino das relações raciais na formação de novos professores da FURG
Da esquerda para a direita: Servidoras da PROGEP, Profª Cassiane, Eliane, Vanessa, Carine, Edvan, Filipe e Arilson.
quinta-feira, 13 de junho de 2019
NEABI-FURG apresenta discussão na PROGEP sobre as relações raciais na formação de técnicos da FURG
Da esquerda para a direita: Filipe, Vanessa, Profª. Cassiane, Carine e Edvan.
terça-feira, 7 de maio de 2019
BRASIL É O PAIS MAIS NEGRO DA AMÉRICA LATINA
Segundo dados da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), o Brasil destaca-se como o paÍs que contém a maior população negra da América Latina, conforme imagem abaixo:
segunda-feira, 6 de maio de 2019
Cinema preto: 21 filmes para entender a relação da comunidade negra com sua cultura e com o racism
Estamos em 2018, mas a presença negra nos cinemas – e no universo do entretenimento em geral – ainda é um obstáculo longe de ser superado, como nós já vimos em alguns casos recentes. Mas há uma forte cena representativa da comunidade surgindo nos últimos anos, com filmes que fizeram sucesso e marcaram presença firme nas principais premiações hollywoodianas.
Neste mês da consciência negra, destacamos aqui via Hypeness, 21 filmes que no passar dos anos, retrataram a problemática de raça com os mais diversos pontos de vista, ajudando a enriquecer o debate em cima da valorização da identidade preta e também dando contexto histórico para quem quer entender um pouco mais sobre o tema. Veja abaixo:
1. Pantera Negra
O primeiro filme solo deste herói da Marvel traz uma ode ao protagonismo negro nas telonas. Na história, T’Challa (Chadwick Boseman), retorna ao reino de Wakanda após a morte do pai para participar da cerimônia de coroação. O longa faz menções claras sobre a evolução tecnológica dos países africano, além de trazer um ponto de vista crítico sobre a relação entre pessoas negras de origens distintas.
2. Corra!
O thriller gira em torno de um casal interracial formado por Chris (Daniel Kaluuya), um jovem negro, e Rose (Allison Williams), uma garota branca de família tradicional. Os dois aproveitam um final de semana para viajar ao interior para que o sujeito seja apresentado à família dela. Chris tem que lidar com uma série de situações tensas envolvendo as pessoas que conhece nessa experiência, em uma temática que debate com força a questão de racismo velado que sempre passa despercebido na sociedade.
3. Moonlight
Concentrado na trajetória de Chiron, o filme ganhador de três Oscar em 2017, trata, entre diversas questões, sobre a busca identitária e de autoconhecimento por parte de um homem negro que sofre com bullying desde pequeno e tem proximidade com questões de vulnerabilidade social, como tráfico, pobreza e rotina violenta.
4. BlacKkKlansman
Dirigido por Spike Lee, a obra, que estreia no Brasil nesta quinta-feira (22), trata de um policial negro do Colorado que, em 1978, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Ele se comunicava com a seita por telefonemas e cartas. Quando precisava estar pessoalmente, enviada um policial branco no lugar. Assim, Ron Stallworth conseguiu se tornar líder do grupo, sabotando uma série de crimes de ódio cometidos pelos racistas.
5. Django
O filme de Tarantino conta a história de Django (Jamie Foxx), um negro escravizado que é libertado pelo Dr. King Schultz (Christoph Waltz), um assassino de aluguel. Junto dele, Django foi em busca de sua esposa, que foi separada dele em uma das casas onde os dois foram escravizados. Nessa jornada, o herói enfrenta uma série de situações racistas que aconteciam nos Estados Unidos na época, com referência a casos que ocorrem até os dias de hoje.
6. Ó paí, Ó
Protagonizado por Lázaro Ramos, o longa retrata a vida de pessoas que moram em um cortiço no Pelourinho durante o período de carnaval. A história traz uma série de referências a conflitos raciais e violência contra jovens negros na capital baiana, que não difere da realidade que se vê em outras metrópoles do Brasil.
7. 12 Anos de Escravidão
Um dos mais difíceis filmes de se assistir sobre esse período, 12 Anos de Escravidão mostra a vida de Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um negro liberto que vive com a família no norte dos EUA e trabalho como músico. Só que ele acaba sendo vítima de um golpe que o faz ser levado para o sul do país e como escravizado, onde passa a sofrer cenas trágicas e difíceis de digerir.
8. Ali
O longa biográfico fala sobre a vida de Muhammad Ali entre 1964 e 1974. Além de retratar a ascensão do lutador no boxe norte-americano, o filme também mostra como o esportista, vivido por Will Smith, se relacionava com movimentos de orgulho e luta negra, dando ênfase para a amizade que Ali tinha com Malcolm X.
9. Histórias Cruzadas
De 2011, o filme se passa em uma pequena cidade no sul dos Estados Unidos numa época em a descriminação racial começava a ser debatida na sociedade norte-americana, muito por conta da presença de Martin Luther King. A trama tem Skeeter (Emma Stone) como protagonista. Ela é uma garota da alta sociedade que quer se tornar escritora. Com interesse no debate racial, ela busca entrevistar uma série de mulheres negras que se viram obrigadas a abandonar suas vidas para cuidar da criação dos filhos.
10. A Hora do Show
Em mais uma direção de Spike Lee, o filme tem Pierre Delacroix (Damon Wayans), um escritor de séries de TV em crise com seu chefe, como protagonista. Sendo o único negro da sua equipe, Delacroix propõe a criação de um show que é estrelado por dois mendigos negros, denunciado a forma estereotipada como a raça é tratada na TV. O objetivo do escritor era ser demitido com essa proposta, mas o programa acaba se tornando um grande sucesso entre o público norte-americano, que não se toca do viés crítico da obra.
11. Conduzindo Miss Daisy
Um clássico do cinema, o filme se passa em 1948. Uma rica judia de 72 anos (Jessica Tandy) passa a ser obrigada a se locomover com um motorista após bater seu carro. Só que o rapaz (Morgan Freeman) é negro, o que a faz ter de enfrentar uma série de visões racistas que possui em vista de conseguir se relacionar com o empregado.
12. A Cor Púrpura
Outro clássico, o filme conta a história de Celie (Whoopi Goldberg), uma mulher negra marcava por uma série de abusos durante a vida. Ela foi violentada pelo pai aos 14 anos e, desde então, tem enfrentado repressões causadas pelos homens que passam pela sua vida.
13. Mississipi em Chamas
Rupert Anderson (Gene Hackman) e Alan Ward (Willem Dafoe) são dois agentes do FBI que investigam a morte de três militantes negros contra a segregação racial. As vítimas viviam em uma pequena cidade dos Estados Unidos onde o racismo é visível e a violência contra a comunidade negra faz parte da rotina.
14. Duelo de Titãs
Herman Boone (Denzel Washington) é um técnico de futebol negro contratado para trabalhar nos Titans, um time de futebol americano dividido pelo racismo. Mesmo sofrendo com o preconceito por parte de seus próprios jogadores, ele aos poucos vai conquistando a confiança de todos com seu trabalho, mostrando um pouco de que tipo de obstáculo pessoas negras precisam enfrentar para conquistarem respeito.
15. Coach Carter
Carter (Samuel L. Jackson) é técnico de um time de basquete colegial em uma comunidade negra e pobre dos Estados Unidos. Com o pulso firme, ele impõe uma série de sanções que provocam fúria na comunidade. Mas, aos poucos, Carter consegue deixar claro que seu objetivo é empoderar jovens negros para que enfrentem as mazelas do racismo no mundo lá fora.
16. À Procura da Felicidade
Um clássico, o filme conta a luta de Chris Gardner (Will Smith), um empresário com sérios problemas financeiros, que perde a esposa e passar a cuidar sozinho de seu filho, Christopher (Jaden Smith). O drama mostra as dificuldades e desafios impostos a negros de origem humilde que buscam uma oportunidade para sustentar a família.
17. Fruitvale Station – A Última Parada
Oscar Grant (Michael B. Jordan) perde o emprego após chegar constantemente atrasado. O filme mostra os momentos que Grant vive com sua filha e a mãe dela, Sophina (Melonie Diaz), antes de ser abordado de forma violenta pela polícia dos Estados Unidos.
18. Faça a Coisa Certa
Em uma mais obra de Spike Lee, o diretor também vive um entregador de pizzas que trabalha para um ítalo-americano em Bedford-Stuyvesant, no Brooklyn, região predominantemente negra dos Estados Unidos. Sal (Danny Aiello), dono da pizzaria, costuma pendurar fotografias de ídolos ítalo-americanos do esporte em seu estabelecimento. Mas a falta de negros nas paredes faz com que a comunidade passe a questioná-lo, o que traz um clima de animosidade que não acaba bem.
19. What Happened, Miss Simone?
O documentário, produzido pela Netflix, traz depoimentos e cenas raras para retratar a vida da pianista, cantora e ativista pelos direitos dos negros e das mulheres em época de grande tensão civil nos Estados Unidos. Nina Simone, tida como uma das artistas mais importantes – e incompreendidas – do século passado, é vista de forma mais crua e transparente como poucas vezes vimos antes.
20. Bem vindo a Marly-Gomont
Seyolo Zantoko (Marc Zinga) é um médico que acabou de se formar em Kinshasa, capital do seu país natal, o Congo. Ele decide ir para uma pequena comunidade francesa por conta de uma proposta de trabalho e, junto da família, precisa enfrentar o racismo de frente para alcançar seus objetivos.
21. Os Panteras Negras: Vanguarda da Revolução
O documentário de 2015 da Netflix reúne fotografias, cenas históricas e depoimentos de Panteras e agentes do FBI para compreender a trajetória do movimento, a mais importante organização civil dos Estados Unidos no século passado, que utilizou de diversas estratégias para combater o racismo e a violência policial que vitimava a comunidade negra com frequência
quinta-feira, 2 de maio de 2019
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Bibliografia Básica
Livros:
Nilma Lino Gomes - Relações Étinco-raciais, Educação e Descolonização dos currículos
http://www.acaoeducativa.org.br/fdh/wp-content/uploads/2012/11/curr%C3%ADculo-e-rela%C3%A7%C3%B5es-raciais-nilma-lino-gomes.pdf
Nilma Lino Gomes - Relações Étinco-raciais, Educação e Descolonização dos currículos
http://www.acaoeducativa.org.br/fdh/wp-content/uploads/2012/11/curr%C3%ADculo-e-rela%C3%A7%C3%B5es-raciais-nilma-lino-gomes.pdf
Antonio Sérgio Guimarães - Racismo e Anti-racismo e o combate ao racismo nas Américas
https://drive.google.com/drive/folders/1G_zUAR0M75CF8PtgzSscd7vFeXLBtH--
Adevanir Aparecida Pinheiro - O Espelho Quebrado da Branquitude
https://drive.google.com/drive/folders/1vTnNc_mSyWRuUlsnOwE3lo2hpOjs8CT5
Vera Neusa Lopes - Superando o racismo na Escola
https://drive.google.com/drive/folders/1idtNunpb5GLRB154TDrtM2cNy87ntqEL
Kabengele Munanga - Negritude - Usos e Sentidos
https://drive.google.com/drive/folders/1dh9KLrZGMJuaN2NRhki0pcMqXX-j_SCl
Angela Davis - Mulheres, Raça e Classe
https://drive.google.com/drive/folders/1e-W03py8jirNHc8tiL8tum77VPlfTCZ7
Darci Emiliano - Revitalização dos saberes e práticas kaingang
https://drive.google.com/file/d/1TnjHQWh5IGwdnyCYwJZ0ra3ebE0CyH2M/view
Camila Moreira de Jesus - Branquitude x Branquidade: uma análise conceitual do ser branco
https://drive.google.com/file/d/1eSsrEa8fDsO4EXcpAcJwHrC-YpC96v1W/view
Bibliografia Complementar
Ações Afirmativas por Valter Róberio Silvero e Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva
https://www.adusp.org.br/files/revistas/33/r33a04.pdf
Florestan Fernandes - O negro no mundo dos Brancos
https://drive.google.com/file/d/1t0q5NJB73nntLSxVVXkMyl5zPiBeXwXm/view
Florestan Fernandes - O significado do protesto negro
https://drive.google.com/drive/folders/1e-W03py8jirNHc8tiL8tum77VPlfTCZ7
Florestan Fernandes - O significado do protesto negro
https://drive.google.com/drive/folders/1e-W03py8jirNHc8tiL8tum77VPlfTCZ7
Achille Mbeme - Crítica da Razão Negra
https://drive.google.com/file/d/1fjRdtldMRTjslsj3TNK3vXdw6hedNuV1/view
Silvio de Almeida - O que é racismo estrutural
https://drive.google.com/drive/folders/1e-W03py8jirNHc8tiL8tum77VPlfTCZ7
Paul Gilroy - O atlântico negro
https://drive.google.com/file/d/1oGoy0mGCEKrQm5rPwC77QOVlgZLGcLgx/view
Silvio de Almeida - O que é racismo estrutural
https://drive.google.com/drive/folders/1e-W03py8jirNHc8tiL8tum77VPlfTCZ7
Paul Gilroy - O atlântico negro
https://drive.google.com/file/d/1oGoy0mGCEKrQm5rPwC77QOVlgZLGcLgx/view
quarta-feira, 17 de abril de 2019
Neabi realiza primeira reunião do ano
O Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) da FURG realizou no dia 19, a primeira reunião do ano com o grupo. Na ocasião foram apresentados os projetos de pesquisa, ensino, extensão, artigos e trabalhos de conclusão de curso que estão sendo construídos com a temática étnicos racial.
Durante a reunião, a professora do Instituto de Ciências Humanas e da Informação (Ichi), Cassiane Paixão, divulgou que os encontros ocorrerão às terças e quinta-feiras e que as inscrições devem ser feitas pelo e-mail neabi.furg@gmail.com.
Estiveram presentes estudantes de diversos cursos de graduação, professoras da rede municipal e estadual, assim como pesquisadoras e professoras da FURG. O Neabi fica no anexo do pavilhão 4, na sala B2.
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